Amigos são presentes de Deus
Amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absolutanecessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor,eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto oamor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, quetivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressemtodos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meusamigos e o quanto minha vida depende de suas existências …
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, nãoposso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabemque estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro,embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não temnoção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meuequilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente,construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.E me envergonho, porque essa minha prece é, emsíntese, dirigida ao meu bem estar.
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhandodaquele prazer …
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que aroda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morandocomigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meusamigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saberque são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
filmes
PARA REFLETIR
Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas.Algumas ele sabia responder, outras não.Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não soubesse responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio._ O que você vai fazer? - perguntou a irmã._ Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando._ Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?Calmamente o sábio sorriu e respondeu:_ Depende de você... ela está em suas mãos.Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul... Cabe a nós escolher o que fazer com ela...
Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas.Algumas ele sabia responder, outras não.Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não soubesse responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio._ O que você vai fazer? - perguntou a irmã._ Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando._ Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?Calmamente o sábio sorriu e respondeu:_ Depende de você... ela está em suas mãos.Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul... Cabe a nós escolher o que fazer com ela...
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